Atualmente no Brasil e no mundo são produzidas milhões de toneladas de lixo por dia. Em grandes capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza, onde há maior pridução de lixo há a coleta seletiva de materiais recicláveis, ainda que em pequena quantidade em relação ao que poderia ser reutilizado.
Teresina, apesar de seu porte imensamente menos que essas outras capitais, produz uma quantidade enorme de lixo diariamente. Lixo esse que poderia - e deve! - ser reciclado. É uma atividade que além de movimentar a economia gerando emprego e renda, reduz consideravelmente a poluição ambiental.
Construir uma usina de reciclagem na cidade custaria bastante à economia do município, ao menos inicialmente. No entanto começar a reciclagem na cidade com uma real coleta seletiva para que se reaproveitem produtos para artesanato, por exemplo, já seria um grande passo para a sustentabilidade não só em Teresina, mas em todo o estado.
Com a quantidade de lixo produzido na cidade é extremamente plausível a reciclagem dos produtos. A questão é que para que isso comece são necessários fundos privados ou estatais. Falta quem financie e/ou gerencie a ação. Grandes mudanças começam com pequenas ideias. Ignorá-las significa evitar efeitos benéficos à sociedade e ao meio ambiente. É um plano.
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